nov 29 2017

YCI alerta sobre fraude nos boletos

Prezado Associado,

Em razão de noticiado aumento do número de fraudes envolvendo a emissão de boletos bancários de pagamento, a Diretoria solicita especial atenção quanto ao recebimento de possíveis boletos adulterados em nome do Yacht Club de Ilhabela, recomendando que os pagamentos sejam realizados preferencialmente via DDA (Débito Direto Autorizado) ou, caso assim não seja possível, que seja feita a conferência do CNPJ do cedente (YCI – 49.435.936/0002-15), agência e código (0562-2/0051400-4) e do e-mail de remetente cobranca@yci.com.br.

Para pagamento após o vencimento, o cálculo de multa e juros será automático por meio da utilização do código de barras do boleto vencido, no site do Bradesco (Produtos e Serviços, Outros Serviços, 2a. via de boleto).

Adicionalmente, você poderá pagar o seu boleto vencido, em qualquer Banco e não só no Bradesco, através da agência física, internet, caixas eletrônicos, etc.

Os boletos terão validade por até 90 dias e terão seu valor atualizado automaticamente.

Aproveitamos para comunicar que o YCI não fará mais, a partir do vencimento de 01/02/18, o envio de boletos pelo serviço dos Correios.

Solicitamos aos sócios que atualizem seus endereços de e-mail, enviando mensagem para: Silvana, no endereço eletrônico: cobranca@yci.com.br

Atenciosamente,

Diretoria YCI

 

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nov 28 2017

Baleias de Bryde na Regata Volta à Ilha

 

Que a Regata Volta à Ilha já seja naturalmente bonita pelas lindas paisagens e oportunidade de estar em contato com a natureza, todos sabem, mas nessa 17ª edição realizada em 25/11 passado ninguém contava com a companhia das baleias de Bryde.

Eram 4 Brydes, incluindo uma mãe com um filhote, que se alimentavam de gigantescos cardumes de manjubinhas entre as Pontas da Pirabura e da Pirassununga, juntamente com centenas de pássaros, um show!

Inúmeras embarcações tiveram a sorte de avistá-las e, no caso do My Boy, após o alerta feito pelo estagiário de bordo, de que estava “chovendo pra cima” na proa a frente, o comandante Lars Müller percebeu a rota de colisão com a baleia e comandou um jibe rápido desviando da baleia.

Afinal a chuva pra cima nada mais era que o borrifo da baleia…
Deu tudo certo, passaram próximo dela e puderam vê-la de perto!

As Baleias de Bryde chegam a medir 14m e pesar 20 toneladas, em geral são tímidas e se afastam das embarcações, mas quando estão em grupo, focadas em atacar e se alimentar de cardumes de manjubinhas, sardinhas e camarões, não se afastam do objetivo e podem se aproximar e até realmente colidir com uma embarcação. O alerta do tripulante, mesmo achando que o borrifo era uma chuva pra cima… foi importante para evitar um acidente sério, explica Julio Cardoso, nosso Diretor de Meio Ambiente.

Graças a este episódio, esta manobra está sendo batizada de “Jibe da Baleia” e será importante que os proeiros estejam sempre muito atentos em áreas onde há baleias para ver se está ”chovendo pra cima” na rota da embarcação e desviar a tempo!

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nov 27 2017

Copa Suzuki – Veja as fotos do 1º final de semana

Veja todas as fotos deste final de semana clicando aqui

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nov 27 2017

José Guilherme Caldas manda um recado ao YCI após a travessia do Atlântico

 

Após a travessia do Atlântico em parceria com Leonardo Chicourel,  José Guilherme Caldas, comandante do Mussulo 40  Team Angola Cables, que chegou esta manhã à Bahia, achou um tempo para gravar uma mensagem aos sócios do YCI e os velejadores do clube.

Mais uma vez, o Yacht Club de Ilhabela parabeniza nosso associado José Guilherme por mais esta travessia!

 

Video gravado por Flavio Perez/Transat Jacques Vabre

A vela brasileira completou mais um capítulo na sua história com a chegada do Mussulo 40 Team Angola Cables na Transat Jacques Vabre 2017. O único barco brasileiro desta edição da regata de 8 mil quilômetros completou a prova às 9h24 (Horário de Brasília), desta segunda-feira (27), após 21 dias, 22 horas e 59 minutos de navegação desde Le Havre, na França.

A dupla, formada pelo angolano José Guilherme Caldas e pelo baiano Leonardo Chicourel, ficou na 11ª colocação entre os Class40. Os velejadores foram recebidos na entrada da Baía de Todos-os-Santos por 15 embarcações, uma verdadeira festa em Salvador, na Bahia, logo nas primeiras horas do dia.

”Não tenho palavras! Não me lembro de ter tido um presente tão bonito. Me sinto muito honrado e responsável por isso tudo. Nem sei se eu mereço tudo isso”, disse o baiano Leonardo Chicourel. ”A largada foi dia 5 de novembro. A gente saiu do barco na noite anterior. Foram muitas dificuldades. Queria chegar aqui antes com melhor resultado. Mas sabemos, eu e ele, a luta que foi para chegar aqui. Isso já é uma vitória”.

Ainda no píer do Terminal Turístico Náutico da Bahia, José Guilherme Caldas e Leonardo Chicourel prometeram repetir a campanha na edição de 2019. Novamente a bordo de um Class40. ”Vamos participar da Transat Jacques Vabre 2019. Se tiver a chance de ter um melhor budget (orçamento) podemos ter melhor desempenho. Uma coisa está relacionada com a outra. E mesmo que a gente dispute com o nosso barco certamente teremos um melhor resultado”, confirmou José Guilherme Caldas. ”Foi a melhor experiência que tivemos. Agora sabemos que a gente precisa para estar melhor preparado”.

Dificuldades superadas

O Mussulo 40 Team Angola Cables teve problemas durante a regata. Nos primeiros dias de prova, a dupla foi obrigada a fazer um pit-stop em Camaret, na França, para reparar alguns problemas, como o piloto automático, por exemplo. Eles passaram 30 horas para conserto, a maior parte desse tempo esperando as peças chegarem. Enquanto isso, os adversários iam abrindo vantagem pelo Atlântico. A diferença deles para o V and B, vencedor da Class 40, foi de 4 dias e 12 horas.

”A primeira parada em Camaret foi ruim, com muito frio e dificuldade para achar as peças adequadas. Mas a gente nunca pensou em desistir. Isso não faz parte do espírito de um brasileiro e de um angolano, que persistem até o final para conseguir fazer o que eles querem. A gente sabia que depois de 30 horas parados não teríamos chance de conseguir uma colocação melhor”, contou José Guilherme Caldas, que já fez várias vezes a travessia da Europa para o Brasil em veleiro.

Novato em cruzar o Atlântico, mas experiente em modo regata, Leonardo Chicourel foi uma espécie de MacGyver no Class40. Subindo no mastro, costurando vela, adaptando coisas a bordo. ”Tinha muita gente mandando energia positiva pra gente. Quando estávamos parados em Camaret, recebemos muitas mensagens para continuar. Isso foi um diferencial”.

Emocionado pelo carinho dos amigos de Salvador, Leonardo Chicourel espera que outros baianos como ele corram regatas e representem o Brasil. Mas nada disso seria possível sem a ajuda do companheiro José Guilherme, que milita na vela por anos. ”Eu tive a oportunidade. Encontrei esse anjo aqui (José Guilherme). Comecei a trabalhar fazendo delivery do barco dele e um dia ele me chamou pra correr uma regata. Era um sonho que eu tinha desde pequeno quando recebia a Transat Jacques Vabre aqui com meu pai aqui em Salvador. Mas para começar a trabalhar com o barco, eu tive que desistir desse sonho. E quando vi estava aqui”.

O Mussulo é o segundo barco brasileiro a disputar a Transat Jacques Vabre. Na edição de 2015, o campeão olímpico Eduardo Penido fez dupla com Renato Araújo a bordo do Zetra. Os dois terminaram a regata, que teve como destino Itajaí (SC), na sexta colocação. Em 2005, Walter Antunes foi o primeiro brasileiro a fazer o mesmo trajeto entre Le Havre e Salvador.

Outros vencedores

Os quatro vencedores da Transat Jacques Vabre 2017 foram definidos na semana passada. Na Ultime, o campeão foi o Sodebo Ultim’ com a impressionante marca de 7 dias e 22 horas de Le Havre a Salvador. Na IMOCA 60, a vitória ficou com St Michel – Virbac e na Multi50 deu Arkema. Na classe do Mussulo, a Class40, o primeiro dos 16 barcos a chegar foi o V and B.

A regata largou em 5 de novembro com 37 barcos. Apenas seis ficaram pelo caminho por problemas técnicos, quebras ou capotagem.

Veja aqui a entrevista

Por Flávio Perez

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nov 27 2017

Mussulo chega à Bahia após a travessia do Atlântico

O barco brasileiro Mussulo 40 Team Angola Cables de nosso associado José Guilherme Caldas, concluiu a Transat Jacques Vabre na manhã desta segunda-feira (27).

Os velejadores José Guilherme Caldas e Leonardo Chicourel estão velejando desde 5 de novembro, data da largada da regata, que ocorreu em Le Havre, na França. Ao todo, a Transat Jacques Vabre, também conhecida como Rota do Café, tem 8 mil quilômetros.

O veleiro compete na Class40 e está em 11º na classificação geral da categoria dos monotipos 40 pés. O vencedor foi o V and B, que cruzou a linha de chegada na quinta-feira (23).

O Mussulo 40 teve uma jornada bem agitada desde a largada.

Nos primeiro dias de regata, o barco teve problemas e a dupla foi obrigada a fazer um pit-stop de mais de 24 horas em um porto de Camaret, na França. Durante o percurso, a dupla se adaptou às condições.

Saiba mais sobre a dupla

Leonardo Chicourel é baiano e tem 32 anos. Experiente velejador professional, acumula mais de 50 mil milhas náuticas navegadas em cruzeiros e regatas de oceano. É o atual detentor do recorde da Cape 2 Rio 2017 em dupla com 16 dias de prova.

José Guilherme Caldas, 56 anos, é um experiente neurocirurgião nascido em Huambo (Angola) e erradicado em São Paulo. Velejador de oceano desde 1978 e desde 2009 enquanto competidor, ele soma mais de 45 mil milhas náuticas navegadas entre cruzeiros e regatas. Ato todo, foram 8 transats, uma delas em solitário, entre Lisboa e Salvador.

Associado do YCI e ativo participantes das competições de vela do clube, José Guilherme leva, mais uma vez, a bandeira do Yacht Club de Ilhabela pelas oceanos do mundo.

O YCI congratula a dupla pela travessia!

Veja o momento da chegada da dupla à Bahia:

 

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nov 26 2017

Termina o 1º fim de semana da Copa Suzuki

Após a realização da regata Volta à Ilhabela -Sir Peter Blake, ontem, prosseguiram neste domingo as regatas da 4ª e última etapa da Copa Suzuki.

A regata Volta à Ilha teve como Fita Azul (primeiro veleiro a cruzar a linha de chegada) a equipe do Argos, de Jaime Cupertino, que completou a regata em 7h’13’2″.

Mas, como na vela de oceano existe a compensação de tempos pelo rating (uma forma de equilibrar veleiros de tamanho e equipamentos diferentes), no tempo corrigido, quem venceu a regata na classe IRC foi o Lucky V/Alforria, de Luiz Vilares. Em segundo, o Maria Preta, de Mário Buckup e em terceiro, o Asbar II/Leste Investe, de Sérgio Klepácz.

O Caiçara, de Marcos de Oliveira Cesar, repetiu a colocação do último ano e chegou na frente da flotilha dos C30, com a equipe do + Realizado, de José Luis Apud, em segundo e com o Caballo Loco, de Mauro Dottori, na terceira colocação. Humberto Diniz, comandando a equipe do Barracuda, foi o quarto colocado na classe.

As classes HPE e RGS C, em função dos tamanhos dos barcos, não correram a Volata à Ilha e sim realizaram uma regat no Canal de São Sebastião.

O Ginga, de Breno Chvaicer, na HPE,foi o vencedor, com o Cabron, de Demian Pons e o Conquest, de Marco Hidalgo, na segunda e terceira colocações, respectivamente.

Na RGS C o Colin, de Sebastian Menendez, venceu a regata, com o Karaka!, de Morgan Watkins, na segunda colocação.

Regatas de domingo

Hoje, com vento entre 10 a 12 nós foi realizada uma única regata para as classes IRC e RGS.

A briga está ficando boa na IRC entre o Lucky V/Alforria, e o Asbar II/Leste Investe. Apenas um ponto separam os dos veleiros. Com 3 pontos acumulado, o Lucky vem na liderança, seguido do Asbar com 4 e do Maria Preta, com 10.

Na RGS C o Karaka!, com uma vitória e um segundo lugar está empatado com o Colin, que teve os mesmos resultados.

BL3, Atrevida e Bocaluppo são os três primeiros colocados na RGS.

O Ginga vem na liderança da HPE25, tendo vencido duas regatas e perdido uma, justamente para o segundo colocado, o Conquest. Em terceiro, o Zoom, de Dany Chvaicer.

Por fim, na C30, o Caiçara vai confirmando a liderança da etapa e também do campeonato, ao vencer as três regatas realizadas neste final de semana. Em segundo, o Caballo Loco, com 8 pontos e o Barracuda, em terceiro, com 9.

A Copa Suzuki, Circuito Ilhabela de Vela prossegue no próximo final de semana, dias 2 e 3 de dezembro, com a realização das últimas regatas e muita confraternização no YCI.

No sábado, dia 2, após as regatas, acontece a premiação da Regata Volta à Ilhabela – Sir Peter Blake. No domingo, a premiação da etapa e também a geral do campeonato.

A Copa Suzuki – Circuito Ilhabela de Vela é realizada pelo Yacht Club de Ilhabela, tem patrocínio da Suzuki Veículos e apoio e da Antena 1, O Ancoradouro, Balaio de Ideias, Fevesp, Revista Mariner, North Sails, Quantum Sails, Marina Supmar e Rádio Vozes.

 

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nov 25 2017

Veleiro Argos é o Fita Azul da Regata Volta à Ilha

O Veleiro Argos, um S40, de Jaime Cupertino acaba de cruzar a linha de chegada, sendo o Fita Azul de Regata Volta à ilha – Sir Peter Blake 2017.

A equipe cruzou a linha de chegada às 19h23’2″, totalizando 7h’13’2″ de regata.

Aproximadamente 4 minutos depois cruzou o Caiçara, um C30, de Marcos de Oliveira Cesar e, na sequência, o Zorro, de Gonçalo Sá.

Foto de Cuca Sodré, diretamente da CR!

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nov 25 2017

Inicia-se a regata volta à Ilha

Em uma tarde ensolarada e de muito vento, na faixa dos 17 nós,  no través da Praia do Pinto  a flotilha se desloca sentido Ponta das Canas.

Ainda no canal em direção à Praia da Fome, aconteceu a regata para a classe HPE e RGS-C.

Agora é só aguardar o retorno dos velejadores. Enquanto isso, veja algumas fotos:

 

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nov 24 2017

Nota de falecimento

O Yacht Club de Ilhabela lamenta profundamente informar o falecimento de um de nossos mais antigos e queridos associados. Luiz Nicodemo Chemin,

Luiz Chemin completou recentemente 100 anos de idade e era assíduo frequentador do Yacht Club de Ilhabela, onde conquistou amigos com seu jeito sempre simpático e alegre.

O YCI expressa seus sentimentos à família e informa que o velório acontece amanhã, 25 de novembro, das 10h as 14h no crematório Horto da Paz – Rua Horto da Paz, 191 – Itapecerica da Serra. (www.acempro.com.br )

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nov 13 2017

Buena Onda termina em segundo no Rio de Janeiro

A equipe da embarcação Buena Onda, de nosso associado Roger Blaha, terminou em segundo-lugar geral sua participação no 21º Torneio Marlin do Iate Clube do Rio de Janeiro.

Foram três etapas disputadas em outubro e novembro, nas quais a Buena Onda fisgou e liberou um total de cinco marlins, quatro azuis e um branco.

A equipe vencedora do torneio, a Abi de Deus, comandada por Hélio Marques, capturou a mesma quantidade de peixas, mas todos marlins azuis, o que lhes garantiu a vitória apertada.

A Buena Onda foi a única lancha paulista a participar do torneio e levou a bandeira do Yacht Club de Ilhabela a um dos mais importantes clubes de pesca brasileiros, o Iate Clube do Rio de Janeiro.

Para coroar as campanhas das quais tem participado, a equipe Buena Onda foi convidada pra disputar o 25º Cabo Frio Marlin Invitational que ocorrerá em Cabo Frio entre 20 e 27 de janeiro de 2018.

A equipe participa, também, do Billfish king, o maior campeonato de peixe de bico do brasil, que junta a pontuação de diversos torneios e saídas individuais pelo Brasil em um único ranking.

Aliás, outro associado do YCI, Alex Mlafaia, com sua lancha Camargue, também está participando do Billfish King e em breve traremos uma reportagem sobre a equipe.

Por hora, parabéns aos pescadores Roger Blaha e Godofredo Blaha, Renan Pederzoli, Manoel Carrano, Paulo Carrano, Pico Queiroga e Jailton Ferreira da Silva, a equipe da Buena Onda.

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